Área de Formação – Língua Portuguesa
Gerente de Ensino-Aprendizagem do Ensino Fundamental SEDUC- Leda Maria da Silva Castro Martins Pinheiro
Coordenadora de Ensino-Aprendizagem – 3ª GRE/Piripiri-PI – Valdenia Tertuliano
Coordenadora da Área de Formação – Maria Teixeira da Silva
Formadora – Leda Maria Borges da Silva Moreira
Municípios Pólo – Piripiri - Estado do Piauí
Turnos: Manhã – Pedro II / Tarde – Piripiri
N°. de Cursistas – Piripiri-18
Pedro II-13
Oficinas: Abertura oficial do Programa – 18/04/2009
1ª. Oficina Introdutória – 23/05/2009.
metodologia aplicada, Atividades realizadas e resultados obtidos – pedro II/Piripiri
ABERTURA OFICIAL DO PROGRAMA: 18/04/09
Manhã: Unidade Escolar Tertuliano Brandão Filho – Pedro II
Tarde: Unidade Escolar Baurélio Mangabeira - Piripiri
Abertura do programa GESTAR II – 2009, com apresentação dos formadores; exposição da propsta do GESTAR II pelos formadores e a Coordenadora de ensino-aprendizagem da 3ª. GRE (Gerência Regional de Educação) Valdenia, mensagem-café e a entrega de material.
SEGUNDA OFICINA: 23/05/09 – EM PEDRO II E PIRIPIRI
Manhã: Unidade Escolar Tertuliano Brandão Filho – Pedro II
Tarde: Unidade Escolar Baurélio Mangabeira - Piripiri
Na sala de aula – Apresentação formadorXcursistas; atividade de acolhimento/recepção dos cursistas (dinâmica em circuito) com o propósito de diagnosticar expectativas e experiências do grupo; início do estudo do guia geral e apresentação preliminar dos TPs AAAs; mensagem-lembrete
CONSIDERAÇÕES FINAIS E SUGESTÕES
PRINCIPAIS ASPECTOS POSITIVOS – segundo avaliação dos professores cursistas, um dos pontos positivos consiste em aprender novas metodologias de trabalho no ensino da língua portuguesa, tendo a oportunidade de unir a teoria e a prática e as sugestões de que o projeto se estenda até o ensino médio.
AUTO-AVALIAÇÃO DO(A) FORMADOR(A)
As atividades foram bastante proveitosas. As orientações que foram colocadas não devem ser tomadas como “receitas” ou “soluções” para os problemas e os dilemas do ensino de língua portuguesa, mas como referenciais que, uma vez discutidas, compreendidas e (re)significadas no contexto da ação docente, possam efetivamente orientar as abordagens a serem utilizadas nas práticas de ensino e de aprendizagem.
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